Apresentado porRafael Homem de CarvalhoAssessor, conselheiro e consultor em programas e projetos de governança e sucessão familiar
Existe um caminho prático para trocar o que ninguém diz em voz alta por relações profissionais claras entre a família e o negócio. Ele está no guia Sucessão sem Traumas, com plano de ação de 90 dias.
Acesso por e-mail logo após a compra • Compra processada pela Hotmart
Assessor, conselheiro e consultor em programas e projetos de governança e sucessão familiar. Ao lado de quem decide, em qualquer segmento e porte.
Transformando tensão em tranquilidade há mais de 20 anos.
Quem vai assumir? Quanto cada um recebe? E se o filho não quiser, ou não estiver pronto? Enquanto ninguém pergunta, cada um imagina a própria resposta, e as respostas raramente coincidem.
O que está só na cabeça de cada um aparece depois, como cobrança, silêncio ou briga.
Quando a sucessão é adiada, ela costuma ser decidida numa doença, num conflito ou numa crise.
Cargo dado “por ser da família” pesa sobre quem recebe, sobre a equipe e sobre o resultado.
Sem regras, conflito de negócio vira conflito de família e o inverso também.
A boa notícia: isso não se resolve com sorte. Resolve-se com perguntas certas, combinações claras e um processo.
Responda por escrito, sem pensar muito. Depois compare com as respostas dos demais familiares.
Qual resposta você daria em público, e qual admitiria apenas em silêncio?
Um recorte rápido sobre o mito da harmonia e como colocar as divergências na mesa na hora e do jeito certos.
A diferença quase nunca é o tamanho da empresa. É se a conversa aconteceu antes da crise.
Cenários ilustrativos de situações recorrentes em famílias empresárias.
Livros de teoria explicam o que é sucessão. Este guia mostra o que fazer, em que ordem e com quais ferramentas.
Cada capítulo foi escrito para virar conversa, combinação e decisão. Veja o que você faz, o que você ganha e onde está no guia.
Você identifica o risco antes que ele vire conflito.
No guia: as principais armadilhas, com pergunta de diagnóstico e direção de saída.
Todos sabem o que se espera de cada um, sem adivinhar.
No guia: o método “expectativa x combinação” para levar o não dito à mesa.
Cada pessoa sabe em qual papel está falando e decidindo.
No guia: como distinguir ser dono, ser gestor e ser familiar.
Você sabe qual é o próximo passo, sem se perder.
No guia: as quatro fases do processo, com perguntas para cada uma.
A decisão fica mais justa, mais segura e mais fácil de explicar.
No guia: critérios de preparo e escolha, inclusive para quem não ocupará o cargo.
A empresa não depende de uma pessoa nem do humor do dia.
No guia: ferramentas de governança e plano de ação de 90 dias.
Respostas diretas do autor às dúvidas mais comuns de quem vive entre a família e o negócio. Toque em uma pergunta para ler a resposta.
O nível ou o grau de responsabilidade passa obrigatoriamente pelo senso de pertencimento que cada membro familiar irá possuir em relação a história empresarial da sua família. E o quanto irá assumir parte do compromisso em contribuir para a continuidade. Que se tenha consciência que nem todos terão o mesmo senso de preocupação, de dedicação e de zelo por essa história.
A história da galinha dos ovos de ouro responde bem essa questão. As famílias que utilizaram a empresa a fim de resolverem necessidades particulares, além da real capacidade do próprio negócio, acabaram por matar a galinha. Sobrepor necessidades pessoais sobre a empresa pode ser o início do fim. A família está para servir a empresa na medida em que respeita e adere a regras e normas que sirvam para fortalecer o negócio.
Cada um no seu quadrado. É comum que os temas familiares entrem na agenda de trabalho, como os temas empresariais invadam o almoço do domingo. O problema é que dessa forma, se torna difícil chegar em resoluções. Pelo misto de ambientes e de sentimentos. Ter a disciplina para administrar o que corresponde do portão para dentro da empresa e o que não é pauta do dia dia do trabalho, se torna um grande diferencial.
Por um bom tempo se entendeu que estar em harmonia era sinônimo de não haver brigas, discussões e conflitos entre familiares e sócios. O que se sabe hoje é que colocar as diferenças e as divergências sobre a mesa poderá contribuir e muito para o desenvolvimento de uma família empresária. A questão é ter a inteligência para saber o momento mais adequado e propício para isso. Bem como a forma de fazer.
Observar sem julgar é sem dúvida uma das melhores formas de comunicação. Comunicar-se sem fazer julgamentos, evitar juízos de valor, bem como, sem generalizar e sem vitimizar-se daquilo que acontece se trata de um bom caminho para que se encontre possíveis resoluções.
Se a resposta for sim, qual o seu grau de responsabilidade e comprometimento para que isso aconteça? O que você tem feito efetivamente para isso?
Expectativas estão na cabeça de uma pessoa. Combinações na de duas ou mais pessoas. Temos a tendência de cobrarmos expectativas, ao passo que, só podemos e devemos cobrar aquilo que foi combinado.
Não existe pessoa incompetente, mas sim, pessoa fora do lugar ou mal colocada. Nem sempre todos os familiares terão talento, habilidade, vocação e interesse para estarem no dia a dia da empresa. O problema está quando se cria uma fantasia que para uma pessoa da família realizar-se profissionalmente implicará em trabalhar na empresa da família. Tremendo equívoco!
Passa por um processo de educação e de construção, onde todos os familiares, independente de trabalharem ou não no negócio, precisam ser treinados para conhecerem e entenderem sobre o negócio, os aspectos que compõem uma realidade empresarial. E acima de tudo, trabalhar para que se consolide um processo do estabelecimento de relação de confiança entre familiares.
Cada geração com seus problemas. Quando filhos herdam as dificuldades existentes na relação entre seus pais e tios, passam a tomar partido de forma descontextualizada. Pois não viveram ou sequer puderam acompanhar da situação ou do fato em si. Quando se toma as dores, a discussão migra totalmente para um alto grau de passionalidade, com pouquíssima dose ou quase nada de razão.
Independente daqueles que forem atuar diretamente no negócio, o fato de pertencer à familia implica que em algum momento esta pessoa irá herdar parte de um patrimônio ou mesmo cotas ou ações da empresa. Para ser um sócio com responsabilidade implica na realização de um processo de educação e capacitação. Acima de tudo, do estabelecimento de uma relação de respeito, seriedade e valorização do patrimônio.
Por se tratar de ser justamente uma empresa, do portão para dentro, os diálogos devem girar em torno de organograma, descrição de atividades, relações de hierarquia, politicas de cargos e salários, entre outros temas desse nível. As regras e normas para um funcionamento empresarial adequado devem servir para fortalecer e sustentar o negócio.
Ter vontade pode ser um bom combustível. Mas está longe de ser o suficiente para justificar a contratação de um membro familiar.
Criar cargos e funções para justificar a contratação de um familiar - ajeitograma - pode se tornar a maior causa de crise tanto na família como na própria empresa. Um organograma bem desenhado significa dar racionalidade e seriedade para o funcionamento de uma empresa.
Do portão para dentro deve-se combinar e para isso observar sempre os critérios técnicos: média de mercado, porte da empresa, cargos e funções exercidas. Quando não combinadas…problemas à vista!
Toda regra tem um princípio: o da equidade. Ou seja, a mesma regra deverá valer para todos os envolvidos independente de quem seja. Como tudo na vida, existem vantagens e desvantagens.
Pelo princípio da equidade, se estiver autorizada essa possibilidade, todos se sentirão no direito de fazer. E por se tratar de família, regrar caso a caso pode se tornar um problema inadministrável. Pense bem se vale a pena.
Deve-se sempre seguir os critérios técnicos de remuneração de mercado, cargo que ocupa e porte da empresa.
Isso é só o começo. O guia leva você da pergunta à combinação, e da combinação ao plano de 90 dias.
Adquira já na HotmartUm roteiro objetivo para tirar o tema do “um dia” e colocá-lo em andamento, com conversas curtas e decisões possíveis.
Entenda o ponto de partida, mapeie expectativas e crie o ambiente para falar do assunto sem medo.
Leve o que está nas cabeças para o papel: papéis, critérios e regras acordados entre todos.
Implante a governança que garante que a empresa e a família sigam juntas depois da transição.
Que querem preparar a transição com respeito ao que construíram.
Que precisam entender o seu papel e se preparar para ele.
Envolvidos no futuro da empresa e que querem evitar conflitos desnecessários.
Que apoiam famílias empresárias e precisam de ferramentas práticas.
Quanto mais cedo a conversa começa, mais opções vocês têm. Quanto mais tarde, mais a pressão decide por vocês. O guia é o primeiro passo.
Ebook digital • Guia prático para enfrentar e conduzir um processo sucessório familiar
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O guia foi pensado justamente para temas evitados. Ele começa por perguntas de aquecimento que cada pessoa responde individualmente, e sugere levar uma única pergunta para uma conversa curta, sem a pretensão de resolver tudo.
Não. Não é um material sobre afastar uma geração para colocar outra no lugar. É sobre criar condições para que conhecimento, responsabilidade e liderança sejam transferidos com critérios, preservando os vínculos da família.
Sim. O guia ajuda você a entender seu papel, o que se espera de você e como se preparar, e a abrir a conversa com quem decide.
Não. É um guia prático, com perguntas de diagnóstico, casos empresariais, instrumentos de governança e um plano de ação de 90 dias para aplicar na sua família.
Para fundadores que desejam preparar a transição, sucessores que precisam compreender seu papel, familiares e sócios envolvidos no futuro da empresa, além de consultores e profissionais que apoiam famílias empresárias.
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Um guia prático, escrito por quem apoia famílias empresárias desde 2005. Comece pela primeira pergunta ainda hoje.
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